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Redmi Note 17 chega ao Brasil mais caro, de R$ 3.999,99 a R$ 6.999,99, com baterias de até 9.210 mAh

Em 21/09, a Xiaomi lançou a linha Redmi Note 17 no Brasil, de R$ 3.999,99 a R$ 6.999,99. O modelo básico ficou R$ 600 mais caro; não há versão 4G.

Redmi Note 17 chega ao Brasil mais caro, de R$ 3.999,99 a R$ 6.999,99, com baterias de até 9.210 mAh

A Xiaomi lançou no Brasil em 21 de setembro de 2026 a linha Redmi Note 17, com preços entre R$ 3.999,99 e R$ 6.999,99. Os aparelhos são vendidos apenas no site e nas lojas físicas oficiais da marca, segundo o Gizmodo Brasil. A geração ficou mais cara: o modelo básico com 5G chega R$ 600 acima do antecessor, lançado por R$ 3,4 mil, e o Pro sobe R$ 1,5 mil em relação aos R$ 4,5 mil da geração passada, de acordo com o TecMundo, no Estadão.

Preços no Brasil

  • Redmi Note 17 5G, 256 GB: R$ 3.999,99.
  • Redmi Note 17 Pro 5G, 256 GB: R$ 4.999,99.
  • Redmi Note 17 Pro 5G, 512 GB: R$ 5.999,99.
  • Redmi Note 17 Pro Max 5G, 512 GB: R$ 6.999,99.

Bateria é o argumento

As baterias, de silício-carbono, são o destaque: 7.700 mAh com carregamento de 45 W no modelo básico, 8.340 mAh com 67 W no Pro e 9.210 mAh com 100 W no Pro Max. A Xiaomi promete 1.600 ciclos de carga, segundo o TecMundo, e diz que o básico passa de dois dias de uso moderado. Os chips são o Snapdragon 4 Gen 4 (básico), o Snapdragon 6s Gen 4 (Pro) e o Snapdragon 6 Gen 5 (Pro Max). As telas são AMOLED de até 120 Hz.

Na resistência, o básico tem certificação IP65, contra poeira e jatos d’água. Os modelos Pro e Pro Max acumulam IP66, IP68, IP69 e IP69K, segundo o Gizmodo, que cita testes de imersão de 72 horas a dois metros de profundidade em água doce.

Quanto de memória, afinal?

Aqui as fontes divergem e vale atenção antes de comprar. O Gizmodo informa 6 GB de RAM física no Note 17 básico e no Pro de 256 GB, e 8 GB nas versões de 512 GB. O TecMundo afirma que todos os modelos têm 8 GB. Os dois concordam que a Xiaomi anuncia totais maiores, de 12 GB ou 16 GB, somando a memória virtual, que usa parte do armazenamento e não equivale a RAM de verdade. Confira a ficha na loja antes de fechar a compra.

Por que ficou mais caro

A Xiaomi não lançou desta vez uma versão 4G no país. Luciano Barbosa, chefe de operações da DL, distribuidora oficial da marca no Brasil, disse ao TecMundo que o preço do 4G “acabou subindo mais do que o 5G” por causa da crise de memórias e que o modelo se tornou “inviável” neste momento. Segundo ele, a empresa passou a importar lotes muito menores para conter os efeitos da alta de componentes.

Para o consumidor, a conta é simples: a linha ganhou baterias maiores e mais proteção, mas o degrau de entrada subiu para perto de R$ 4 mil, e a memória física real depende de qual ficha você consulta.

Fontes

Imagem destacada: ilustração gerada por computador, sem valor documental.

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